sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pato afirma: 'Futebol brasileiro nunca esteve morto e estará sempre vivo'

O ataque da Seleção Brasileira para a estreia na Copa América será formado por Alexandre Pato e Robinho, ambos campeões italianos com o Milan, e o craque do momento Neymar, que acabou de conquistar a Taça Libertadores da América pelo Santos. Mesmo assim, a edição do mês de junho da revista inglesa "Four Four Two" decretou a "morte" do futebol brasileiro.
Na capa, a manchete "Death of Brazil" (Morte do Brasil) vinha acima do escudo da Confederação Brasileira de futebol com a sigla RIP (em inglês "descanse em paz") no lugar de CBF. A reportagem destaca a falta de estrelas do país, o futebol feio e a desorganização para a Copa de 2014. Alexandre Pato reagiu com números e muita confiança às críticas dos ingleses.
Four Four two  seleção brasileira (Foto: Reprodução)Capa de junho da revista inglesa (Foto: Reprodução)
- O Brasil é cinco vezes campeão mundial. O maior ídolo de todos os tempos, o rei é o Pelé, e é brasileiro. Grandes jogadores foram para a Europa e ganharam a Bola de Ouro, foram melhor do mundo, a maioria é de brasileiros. Na Copa de 2014, a gente pode demonstrar do que o Brasil é capaz. Nosso jogo hoje é um jogo de quem quer ganhar, quer ser campeão. Isso são só palavras, só revistas... O futebol brasileiro nunca esteve morto e vai estar sempre vivo - afirmou.
Fã incondicional de Ronaldo, Pato já declarou algumas vezes que está preparado para assumir a camisa 9 amarelinha que por anos foi do Fenômeno. Apesar da pouca idade, apenas 21 anos, o garoto parece sabero tamanho dos desafios que estão pela frente:
- Jogo em um dos campeonatos mais difíceis do mundo e estou preparado para vestir a camisa 9 da Seleção Brasileira. Agradeço a confiança que o Mano (Menezes) tem em mim. Vou para essa competição preparado e farei de tudo para trazer esse título para o país - finalizou.
Domingo, no "Esporte Espetacular", você confere a reportagem completa. A apresentadora Glenda Kozlowski conversou com Alexandre Pato, que falou sobre treinadores, Seleção Brasileira, Copa América, a namorada Barbara Berlusconi, filha do presidente do Milan Silvio Berlusconi e muito mais.

Os seis meses de Dilma

No balanço de cem dias do governo Dilma, prevaleceu um julgamento mais positivo do que negativo _incluindo manifestações de surpresa daqueles que duvidavam da capacidade da candidata do PT na eleição presidencial de 2010.
Aos seis meses, apesar dos percalços, o saldo é favorável à primeira mulher presidente do Brasil.
O pior momento de sua administração aconteceu por razões sobre as quais a presidente tinha pouca responsabilidade. Foi um erro nomear Antonio Palocci Filho para a Casa Civil e concentrar tanto poder na pasta? Hoje parece fácil responder afirmativamente.
Palocci, porém, cumpriu um papel fundamental na campanha e na formação do governo. Estabeleceu os laços necessários com o grande capital que sempre namorou José Serra, o candidato do PSDB em 2010. O sorridente Palocci se desgastou ao represar a sede peemedebista por espaço no governo. Enfim, ele foi útil à presidente enquanto manteve condição política de permanecer à frente da Casa Civil.
Palocci caiu porque o padrão ético da política brasileira vem melhorando paulatinamente. A sociedade não aceitou o silêncio do ministro a respeito do meteórico enriquecimento.
Claro que crises sempre têm uma natureza ruim, mas podem ser oportunidades para correções de rumo e para aprender a governar. O ano de 2003 foi duro para Luiz Inácio Lula da Silva. A crise do mensalão, em 2005, muito mais. No entanto, também foram momentos em que Lula aprendeu a governar melhor. E ele saiu da Presidência com popularidade recorde para presidentes desde a redemocratização de 1985.
Dilma, ministra fundamental para o êxito lulista, está aprendendo a ser presidente. Por mais experiência que um político tenha, esse trabalho é difícil pra chuchu. A cada dia, relatam governadores, senadores, deputados e integrantes do Executivo, ela aprende a ser mais presidencial e menos ministerial. Correndo risco de simplificar em excesso, a tradução é a seguinte: enxergar mais a floresta do que a árvore.
Foi uma boa decisão o recuo de Dilma ao prorrogar por mais três meses o prazo de pagamento de emendas parlamentares que fazem parte dos restos a pagar de 2009. Não valia a pena comprar uma crise com o Congresso Nacional neste momento. Ela tem sabido resistir a pressões. Não precisa dar provas de mandonismo explícito _este, sim, um aspecto de sua personalidade que incomoda auxiliares. Evidência disso: o discurso do ministro Nelson Jobim (Defesa) na homenagem do Congresso aos 80 anos de FHC.
Um bom presidente deve entender os limites do seu imenso poder, saber reavaliar decisões e admitir erros. Ideia fixa na política é um risco danado. Se ainda puder dar alguma leveza ao cargo, com certo charme no contato pessoal, melhor ainda. Mas, convenhamos, Presidência não é concurso de simpatia...
Aos seis meses de governo, Dilma está acertando os ponteiros. Na economia, a inflação deixou de ser uma grande ameaça. O crescimento econômico de 2011 deverá ser razoável para um ano de ajuste fiscal. O real valorizado em relação ao dólar se tornou um problema crônico, que tem entre as causas uma onda internacional e que precisa ser monitorado constantemente.
Na política, provavelmente o Palácio do Planalto bancará a aprovação de um projeto que acabará com o sigilo eterno de documentos ultrassecretos. Há um entendimento com a oposição para criar a Comissão da Verdade sobre a ditadura militar de 1964. Dilma tem buscado dialogar com o Senado para amenizar o tom ruralista que a Câmara deu ao novo Código Florestal. Com atraso, tenta tirar do papel os projetos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Das promessas de campanha, colocou na praça os planos de combate à miséria e de ampliação do acesso à banda larga na internet com preço acessível aos mais pobres.
Há um rosário de problemas, como justificar uma ajuda de R$ 4 bilhões do BNDES à operação Pão de Açúcar-Carrefour. A presidente deve prestar contas à sociedade dessa benemerência com dinheiro com público. Não basta que as autoridades digam que o negócio é bom para o Brasil. A crise de Palocci ensinou a importância de dar satisfações ao distinto público.
No balanço dos seis meses, é honesto dizer que Dilma está presidindo bem.

Dirigentes do Grêmio se reuniriam com Dunga e Paulo Paixão

Paulo Odone praticamente garantiu o técnico Cuca na manhã de ontem. Os dois conversaram por telefone e se animaram mutuamente.
À noite, surgiram rumores sobre uma reunião de dirigentes com o técnico Dunga e o preparador físico Paulo Paixão, dupla que atuou junta na Copa do Mundo da África.

Foto: Ricardo José de Souza 
Depois de uma série de reuniões no Olímpico, Odone não encontrou guarida para o nome de Cuca. O vice de futebol, Antônio Vicente Martins, mantido no cargo junto com os assessores César Cidade Dias e José Simões, não gostou da opção.
Outros nomes entraram na discussão. Ney Franco foi sondado. Não aceitou. Alegou compromissos com a seleção sub-20. Diego Aguirre, vice-campeão da Libertadores pelo Peñarol, foi citado e descartado. Celso Roth não tem chances. Seria um suicídio político para Odone. Nas redes sociais, o presidente viu que Cuca não empolgou os gremistas. Mas ainda é o preferido.
Consultado sobre a possibilidade de um técnico com passado ligado ao rival assumir o clube, Vicente Martins foi objetivo:
– Rubens Minelli, Ênio Andrade e Otacílio Gonçalves também trabalharam no Inter. Mas não há nada definido sobre técnico.

Exercícios físicos exigem cuidados especiais no inverno


Arivaldo Chaves / Agencia RBS

Durante a estação mais fria do ano, o nosso organismo passa por algumas modificações: pela necessidade de manter a temperatura do corpo nos níveis normais, a atividade metabólica e o gasto calórico aumentam, fazendo com que o corpo gaste mais energia mesmo em repouso. Porém, isso não é motivo para deixar de se exercitar.

— O frio não deve ser um obstáculo na rotina de treinos, apesar da dificuldade de iniciar a atividade e tendência de se exagerar nos alimentos calóricos e gordurosos no inverno. Manter a balança energética estável e estabelecer um equilíbrio corporal auxiliam na prática de uma atividade física mais saudável — explica o fisiologista Diego Leite de Barros.

Para manter a prática de exercícios nesta época, quando o ar frio e seco pode prejudicar as vias respiratórias, é preciso seguir algumas recomendações na hora da atividade física.

— O corpo sofre com as baixas temperaturas e com a vasoconstrição periférica, mecanismo que favorece a concentração de sangue nas regiões mais centrais do corpo, deixando as extremidades frias. Para que o organismo não sofra no momento do treino, é necessário um aquecimento prévio, com movimentos leves que facilitem a adaptação do metabolismo — explica.

É evidente que o aquecimento também deve ser realizado quando está mais quente, contudo, no inverno, ele merece mais atenção.

— Para os que realizam corridas e caminhadas, o aquecimento ideal começa de forma leve e sua intensidade deve ser elevada gradativamente. Já os praticantes de exercícios na academia podem começar com um breve aquecimento na esteira ou bicicleta e seguir movimentos articulares com pouca ou nenhuma carga antes de começar o treino habitual — recomenda Diego.

De acordo com o cardiologista e médico do esporte Nabil Ghorayeb, é bom evitar as baixas temperaturas e o vento frio.

— Recomendamos, além do aquecimento muscular, a respiração nasal e o uso de vestimentas adequadas para se proteger da perda rápida de calor — afirma.

Confira dicas importantes para praticar exercícios no inverno:

:: Capriche no aquecimento;

:: Respire pelo nariz;

:: Proteja as mãos, os pés e o rosto;

:: Hidrate-se: o corpo precisa de bastante líquido também no frio;

:: Ingira líquidos aquecidos principalmente depois da atividade

Para evitar desgaste com aliados, Tarso deve retirar projeto de inspeção veicular da Assembleia

Depois de o governador Tarso Genro ter dito que retiraria o projeto da inspeção veicular - na qual seria cobrada uma taxa de R$ 54,83 aos motoristas - da Assembleia se os aliados pedissem, a bancada do PDT aprovou ontem o pedido para que a proposta seja rediscutida. 

O governo deve retirar o projeto nos próximos dias. A inspeção verificaria o nível de poluição sonora e de emissão de gases poluentes dos veículos. 

Na prática, a taxa seria o menor gasto dos proprietários, já que os reprovados na vistoria teriam custos bem maiores com oficina. Diz o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana:

— É evidente que nossa intenção inicial era que o projeto fosse votado. Mas os deputados têm a sensibilidade de quem está na ponta do processo, conversando com a população. Por esta razão, achamos que sim, é possível retirarmos o projeto.

>>>Entenda o projeto


Pestana sabe que boa parte dos parlamentares está sem disposição para enfrentar mais um plano polêmico. Afinal, 4,8 milhões de gaúchos seriam atingidos. 

Três dias atrás, em uma sessão de 16 horas, a base aliada já garantiu a aprovação do aumento da alíquota previdenciária de 11% para 14% aos funcionários públicos.

— A base inteira está receosa com essa inspeção veicular. Nossa ideia é rediscutir a proposta, começar do zero — afirma o deputado Gerson Burmann, líder da bancada do PDT.

Inter dá show fora de casa e goleia Atlético-MG por 4 a 0

Damião, Zé Roberto, D’Alessandro e Oscar marcaram na vitória que leva o time à oitava posição

Com qualidade, Inter goleia Atlético-MG por 4 a 0. Clique na imagem para conferir a galeria 
Crédito: Alexandre Lops / Inter / CP
Foi maldade o que o Inter fez na noite desta quinta-feira. Com um grande futebol, os colorados foram à casa do Atlético-MG e a bagunçaram toda, ao aplicar uma goleada de 4 a 0 em partida válida pela sétima rodada do Brasileirão. Leandro Damião, Zé Roberto, D’Alessandro e Oscar foram os goleadores da noite, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

Com a vitória, o Inter sobe para a oitava colocação, com 12 pontos. A equipe agora volta para Porto Alegre, onde enfrentará o Atlético-PR na próxima rodada, no estádio Beira-Rio. Falcão não poderá contar com D’Alessandro, que levou o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão automática. Oscar e Juan se apresentarão à seleção brasileira sub-20 e também serão desfalques. 

Inter começa melhor, mas Atlético acorda antes de levar gol

O juiz apitou e o Atlético-MG passou a procurar Zé Roberto. Em vão. O camisa 11 colorado começou a partida ligado em 220 volts e deu trabalho à zaga. Já aos 3 minutos, disparou pela ponta direita, deixou Guilherme Santos na saudade, foi à linha de fundo e cruzou. A bola bateu em Damião e desviou no goleiro Renan Ribeiro. Quase! 

Passados cinco minutos – em que o Inter esteve à vontade na Arena do Jacaré – o mesmo Zé pifou Leandro Damião, que, da entrada da área, chutou forte, mas nas mãos do camisa 1 atleticano, que segurou firme. Pouco depois, foi a vez do centroavante do Inter protagonizar uma grande uma boa jogada. Ele avançou pela esquerda e chutou. Uma verdadeira blitz. 

A partir daí, o Atlético acordou, depois que a exigente torcida já começava a resmungar. Pouco a pouco, o Galo foi equilibrando o jogo e adiantando a marcação. Não tardou e chegou ao ataque. Aos 35, Réver mandou de longe e Muriel pegou. Pouco depois, Daniel Carvalho levantou e Dudu Cearense desviou. De novo, Muriel segurou. 

Damião abriu o placar em Sete Lagoas | Foto: Alexandre Lops / Inter / CPGalo frito em dois minutos, parte 1

Na descida para o vestiário, Oscar disse que o Inter precisava “matar o jogo o quanto antes”. No entanto, o efeito quase foi contrário logo a 1 minuto de jogo, quando Juan cometeu falta em Daniel Carvalho na meia-lua. O ex-colorado bateu – e acertou o travessão. No rebote, a bola bateu nos atacantes e se perdeu na linha de fundo. 

O cenário não parecia bom, com o Atlético pressionando no início do segundo tempo. Mas o Inter tem Leandro Damião, que – mais uma vez – provou sua qualidade quando os colorados tiveram chance semelhante. Na cobrança de falta próxima à área, D’Alessandro obrigou Renan Ribeiro a uma grande defesa. Ele deu rebote. E lá estava Damião para tocar para as redes. 

Rapidamente o jogo foi retomado. Só deu tempo de o Atlético perder a posse de bola, D’Alessandro tocar para Kleber na ponta esquerda. O lateral cruzou na medida para Zé Roberto testar e aumentar, mandando a paciência da torcida mineira para qualquer lugar longe da Arena do Jacaré. 

Zé Roberto teve ótima participação no jogo | Foto: Alexandre Lops / Inter / CPGalo frito em dois minutos, parte 2

Com o time sendo vaiado e nervoso, os donos da casa se atiraram em ataques desorganizados e infrutíferos. Abriram espaço. E aí nasceu o terceiro gol colorado, aos 33. Oscar avançou pela direita e rolou na medida para D’Alessandro, que recém invadia a área. O argentino chutou no canto e transformou a vitória em goleada. 

Dois minutos depois, o Inter já estava no ataque de novo. Leandro Damião fez jogada rente à linha de fundo e cruzou. Para azar atletiticano, a bola respingou e encontrou justamente Oscar, que concluiu e saiu para o abraço, obrigando Renan Ribeiro e buscar a bola dentro do gol pela quarta vez em 25 minutos e deixando os colorados com o melhor ataque do Brasileirão. 

Até acabar o jogo, o Atlético ficou na roda. E ouviu muitas vaias. Guilherme Santos perdeu a paciência, deu um carrinho criminoso em Bolatti – que havia entrado no lugar de Tinga – e foi expulso, prejudicando ainda mais o time comandado por Dorival Júnior. Após o jogo, o presidente Alexandre Kalil garantiu a permanência do técnico, especulado para assumir o Grêmio.

Brasileirão – 7ª rodada

Atlético-MG 0

Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos; Serginho, Richarlyson, Dudu Cearense (Wendel/Mancini) e Daniel Carvalho; Magno Alves (Jônatas Obina) e Guilherme. Técnico: Dorival Júnior.

Inter 4
Muriel; Nei, Bolívar, Juan e Kléber; Tinga (Bolatti), Guiñazu, Oscar e D´Alessandro (Ricardo Goulart); Zé Roberto (Fabrício) e Leandro Damião. Técnico: Paulo Roberto Falcão.

Gols: Leandro Damião (9/2º), Zé Roberto (10/2°), Oscar (33/2º) e D'Alessandro (35/2°);
Cartões amarelos: Patrick, Richarlyson, Daniel Carvalho; D’Alessandro, Kleber, Leandro Damião;
Expulsão: Guilherme Santos;
Arbitragem: Paulo Godoy Bezerra, auxiliado por Carlos Berkenbrock e Marco Antônio Martins (trio catarinense)
Local: Arena do Jacaré, Sete Lagoas

Segunda passagem de ônibus agora é gratuita na Capital

Benefício para usuários dos cartões SIM e TRI entrou em vigor nesta sexta-feira

Benefício para usuários dos cartões SIM e TRI entrou em vigor nesta sexta-feira. Clique e veja mais fotos 
Crédito: Bruno Alencastro
Mais de 700 mil usuários dos cartões de transporte coletivo de Porto Alegre podem, a partir desta sexta-feira, fazer duas viagens e pagar apenas uma, desde que o intervalo entre a saída do primeiro ônibus e a entrada no segundo não ultrapasse meia hora. 

De acordo com a Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP), o cálculo dos 30 minutos já leva em conta o tempo médio de deslocamento de cada viagem, sem que seja preciso uma segunda roleta para marcar o horário de saída da primeira condução. 

O benefício vale para os cerca de 515 mil portadores do cartão TRI (ônibus), de vale-transporte, e para os 223 mil usuários do TRI escolar. O desconto da meia hora já existia, mas era de 50% na segunda passagem. A partir de hoje, a segunda viagem é de graça, inclusive para estudantes, que pagam meia-tarifa (R$ 1,35). 

Os passageiros podem também usar o TRI para pagar o trem e o vale-transporte da Trensurb (SIM), para andar de ônibus na Capital. Ao utilizar os dois meios de transporte, os usuários ainda ganham 10% de desconto. Quem entrar em qualquer ônibus de Porto Alegre até meia hora depois de descer do trem, ou vice-versa, vai pagar R$ 3,96 e não mais R$ 4,40 - soma atual das tarifas do ônibus (R$ 2,70) e do trem (R$ 1,70). De acordo com a ATP, cerca de 525 mil pessoas poderão se beneficiar com a integração.

Compra fracionada de créditos entra em vigor em 15 de julho 


Outro benefício é a compra fracionada dos créditos do TRI escolar. Até agora, estudantes e professores podiam recarregar o cartão apenas uma vez por mês. A partir do dia 15 de julho, será possível fazer a compra em até quatro vezes, desde que o total não exceda o limite de 75 passagens ou 150, para quem comprovar necessidade.

Junho termina com temperatura abaixo da média no Estado

Julho começa com massa de ar polar que trará dias mais gelados do ano ao Rio Grande do Sul

Grande parte de junho foi marcada por dias frios no Rio Grande do Sul, o que, segundo a MetSul Meteorologia, foi responsável para que a temperatura terminasse abaixo da média histórica no Estado. Em algumas estações monitoradas pela MetSul na Metade Norte, o mês de junho registrou marcas até 1,5ºC inferiores à média, o que é considerado um desvio significativo. 

“Há localidades gaúchas que nos últimos 15 anos somente tiveram mais frio em junho em 1996, 2008 e 2009”, comentou o meteorologista Eugenio Hackbart. “Tivemos duas fortes a intensas massas de ar polar que atuaram no Estado, uma na primeira semana do mês e outra na última, sem que tenha ocorrido um período muito quente na metade de junho, o que fez com que as médias ficassem perto ou abaixo do histórico no Rio Grande do Sul”, explicou.  


Mapa do INPE mostra que temperatura ficou abaixo da média (em azul) no Estado / MetSul Meteorologia

A intensa massa de ar polar que atuou no Rio Grande do Sul e no Sul do Brasil durante o começo de junho fez com que a primeira quinzena do mês fosse uma das mais frias dos últimos 11 anos em Santa Catarina, segundo levantamento realizado pelo Centro de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia do Estado (Ciram). A temperatura mínima registrada no período chegou a variar entre 2°C e 6°C abaixo do esperado para a época do ano. 

Na última semana de junho, poderosa massa de ar polar trouxe neve, chuva congelada, geada generalizada e marcas abaixo de zero para a maioria dos municípios gaúchos. Cambará do Sul teve mínima de 6,2ºC abaixo de zero, a menor em junho desde 1987. Porto Alegre teve ainda uma das três tardes mais frias dos últimos onze anos, superada apenas por julho de 2000 e julho de 2007. 

A MetSul Meteorologia alerta que julho começará com temperatura muito abaixo da média no Rio Grande do Sul. “A próxima semana é forte candidata a ser a mais gelada de todo o ano de 2011”, antecipou o meteorologista Luiz Fernando Nachtigall. Quase todos os municípios gaúchos devem ter marcas ao redor de 0ºC ou negativas na próxima semana, o que vai propiciar a formação de geada em todas as regiões e mesmo em Porto Alegre. “Não descartamos mínimas negativas até na Capital, o que é raro”, alertou Nachtigall

Direção do Grêmio não entra em consenso sobre novo técnico


Direção do Grêmio não entra em consenso sobre novo técnico <br /><b>Crédito: </b> Cristiano Estrela / CP Memória
Direção do Grêmio não entra em consenso sobre novo técnico 
Crédito: Cristiano Estrela / CP Memória

Ainda não há um consenso na direção gremista sobre o nome ideal para comandar o Grêmio no restante do Campeonato Brasileiro. Por isso não houve ainda contatos oficiais com algum profissional. Tão logo ficou definida a saída de Renato Portaluppi, os primeiros nomes começaram a ser planejados pelos dirigentes.

Paulo Odone admira muito o trabalho de Cuca. Outro nome que tem boa aceitação é o de Dorival Júnior. Os empecilhos são o alto salário e o prestígio (pelo menos antes da goleada sofrida para o Inter) no Atlético-MG.

Para fugir dos nomes usuais, há Diego Aguirre. O uruguaio levou o Peñarol à final da Libertadores, surpreendendo a todos. Porém, o técnico tem uma proposta do Oriente Médio de 3 milhões de dólares por um ano de contrato. "No momento, diria que estou muito próximo do Al-Nasr. Mas ainda tenho alguns dias para definir", destacou.

Na Rússia, especulou-se a vinda de Ibson. Não há, no entanto, negociação em andamento. O Grêmio tentou a sua contratação em janeiro. Houve um encontro casual do jogador com Cícero Souza, diretor técnico, no final de semana passado, no jogo entre Flamengo e Atlético-MG.

As modificações no Grêmio restringiram-se apenas à comissão técnica. Deixaram o clube Renato Portaluppi e o seu assistente técnico, Alexandre Mendes. O departamento de futebol seguirá com o mesmo comando, tendo à frente o vice-presidente, Antônio Vicente Martins, assessorado por César Cidade Dias e José Simões. O presidente Paulo Odone tentou convencer Raul Régis de Freitas Lima a assumir a Pasta. Porém, ouviu a negativa, irredutível, do presidente do Conselho Deliberativo.