quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ney Franco e Oswaldo de Oliveira são as alternativas para técnico do Inter


Dorival Júnior tem poucas chances de treinar o clube gaúcho

As possibilidades estão se restringindo. Sem Cuca, que se acertou com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e com poucas chances de conseguir trazer Dorival Júnior, o preferido desde sempre, os dirigentes colorados procuram alternativas. Neste momento, o Inter analisa dois nomes de forma especial: Ney Franco e Oswaldo de Oliveira. O problema de ambos é o mesmo: eles estão empregados - bem empregados.

Ney Franco treina as categorias de base da Seleção Brasileira e ganhou uma espécie de plano de carreira da CBF. Ele, inclusive, deve auxiliar Mano Menezes nas Olimpíadas de Londres, ano que vem.

Para completar, Franco não deixaria a seleção sub-20, que se prepara para o Mundial da categoria, que ocorre na Colômbia, antes do final da competição, só no final de agosto. "É um dos nomes que analisamos", confirmou o vice-presidente de futebol Luis Anápio Gomes, logo depois de ver o Inter deixar escapar a vaga na final da Audi Cup ao perder, nos pênaltis, para o Barcelona, ontem, no Allianz Arena.

Oswaldo de Oliveira está no Kashima Antlers, do Japão. Lá desde 2007, ele conquistou seis títulos em três anos. Por isso, seu clube dificulta ao máximo uma saída, apesar do desejo dele de voltar a trabalhar no Brasil. Oswaldo de Oliveira é muito amigo de Fábio Mahseredjian, o preparador físico colorado. Um fato que pesa contra Oliveira é o tempo que está fora do país, forçando um desconhecimento sobre o Brasileirão.

Por enquanto, segue Osmar Loss. Aliás, os dirigentes fazem questão de ressaltar a qualidade do trabalho que está sendo executado pelo interino. O treinador está sendo preparado para exercer a função que seria de Julinho Camargo, sendo fixado na comissão técnica independentemente do técnico do momento.

Sobre o jogo contra o Barcelona, Loss admitiu que errou na fase inicial ao recuar muito o Inter. No intervalo, tirou um volante e mandou que Damião e Ricardo Goulart avançassem. A estratégia funcionou e o Inter equilibrou. Por pouco, aliás, não venceu. Nos pênaltis, Damião e o garoto Zé Mário erraram. Por ironia do destino, Zé Mário sequer deveria estar em Munique. Ele estava no time júnior na Taça Belo Horizonte.

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