Objetos que poderiam gerar renda e poupar o ambiente são descartados indevidamente
Com a troca do modelo de recolhimento de lixo na área central de Porto Alegre, o volume de material reciclável descartado de forma incorreta se tornou mais evidente. Em vez de serem encaminhados à coleta seletiva, itens como plástico, papel e metais acabam superlotando contêineres e impedindo seu reaproveitamento em novos produtos.
Os novos contêineres só deveriam receber lixo orgânico, ou seja, o que não pode ser reaproveitado. Já os materiais recicláveis devem ser destinados à coleta seletiva, em dias e horários pré-definidos. Atualmente, a Capital encaminha para o aterro sanitário 1,2 mil toneladas de lixo por dia.
O sistema de coleta seletiva de Porto Alegre, pioneiro entre as capitais, é responsável por coletar 100 toneladas diárias, volume enviado a galpões de triagem onde atuam cooperativas de catadores. Apesar da expressividade, ainda há muito a avançar.
Os novos contêineres só deveriam receber lixo orgânico, ou seja, o que não pode ser reaproveitado. Já os materiais recicláveis devem ser destinados à coleta seletiva, em dias e horários pré-definidos. Atualmente, a Capital encaminha para o aterro sanitário 1,2 mil toneladas de lixo por dia.
O sistema de coleta seletiva de Porto Alegre, pioneiro entre as capitais, é responsável por coletar 100 toneladas diárias, volume enviado a galpões de triagem onde atuam cooperativas de catadores. Apesar da expressividade, ainda há muito a avançar.
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