
Após uma semana marcada pela chuva e temperaturas amenas e altas no Rio Grande do Sul, voltou a fazer frio em várias cidades do Estado no amanhecer desta quarta-feira. Até as 5h, 18 estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registravam temperaturas abaixo de 10ºC. A menor era em Jaguarão, 4,5ºC. A mais alta foi registrada em Torres, 14,6ºC. Em Porto Alegre o dia começou com temperatura na casa dos 10ºC.
Segundo previsão da Somar Meteorologia a quarta-feira deve ter grande variação térmica e vai ser relativamente quente, com máximas que podem chegar a 28ºC no norte e noroeste gaúcho à tarde. Na Fronteira Oeste a máxima deve ficar em torno de 22ºC. No Litoral, Sul e na Região Metropolitana as temperaturas ficam um pouco mais baixas, em torno de 20ºC.
A nebulosidade continua sobre o RS e a chuva, que ontem atingiu o Estado com baixos acumulados, volta entre o fim da tarde e a noite desta quarta-feira no Oeste, Noroeste e na Campanha, e ganha intensidade na madrugada de quinta, quando a instabilidade predomina no Estado.
— Inicialmente a chuva mais forte vai ocorrer na Fronteira Oeste, o que não é má notícia, mas até o final do dia [quinta-feira] ela alcança a região dos vales e a situação tende a piorar na sexta-feira — diz o meteorologista Celso Oliveira, da Somar, referindo-se à situação de alerta em função das cheias dos rios.
Até ontem a Defesa Civil havia contabilizado mais de 116 mil pessoas afetadas pela enxurrada desde a semana passada, e muitos dos 5,4 mil desabrigados e 13,77 mil desalojados ainda não podiam voltar para as casas atingidas pelas águas, embora os níveis dos principais rios estivessem voltando ao normal. Pelo menos 20 municípios gaúchos decretaram situação de emergência e outros 18 fizeram Notificação Preliminar de Desastre (Nopred) e devem passar por avaliação.
— Inicialmente a chuva mais forte vai ocorrer na Fronteira Oeste, o que não é má notícia, mas até o final do dia [quinta-feira] ela alcança a região dos vales e a situação tende a piorar na sexta-feira — diz o meteorologista Celso Oliveira, da Somar, referindo-se à situação de alerta em função das cheias dos rios.
Até ontem a Defesa Civil havia contabilizado mais de 116 mil pessoas afetadas pela enxurrada desde a semana passada, e muitos dos 5,4 mil desabrigados e 13,77 mil desalojados ainda não podiam voltar para as casas atingidas pelas águas, embora os níveis dos principais rios estivessem voltando ao normal. Pelo menos 20 municípios gaúchos decretaram situação de emergência e outros 18 fizeram Notificação Preliminar de Desastre (Nopred) e devem passar por avaliação.
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