A quem aposte num fiasco do PT em 2012, por isso todos os atuais pré-candidados, e partidos ditos da oposição, devem unir-se e trabalhar só com os nomes que realmente forem qualificados e nada mais, dentro deste contexto não adianta o candidato ser o empresário tal com conta gorda, e tudo mais , muito dinheiro, não salva candidato ruim isso serve para os dois lados, fica aqui a dica, desta vez vai contar a história politica do candidato, e neste caso essa eleição pode ter um Davi.
A história da política sempre cita a soberania dos fortes contra os fracos, salvo algumas exceções, isso mesmo, e neste caso aqui o que interessa são as exceções, até porque nas apostas os fortes sempre são lembrados. Nas exceções quero citar um dos exemplos mais lembrados que é o de Davi (Bíblia) se nós, eu e você leitor, estivéssemos lá no passado na hora, iríamos apostar todo o nosso dinheiro em Golias, pelo tamanho, pela força, enfim era Golias porque estava na cara que era Golias. Ainda bem que não, não estávamos lá, nós iríamos quebrar e não ganharíamos a aposta. Tem muitos outros exemplos pelo Brasil em que os pequenos (grupos,partidos, e até pessoas sozinhas) se saíram bem frente aos fortes e que citá-los aqui seria até cansativo, temos centenas de Davi espalhados pelo Brasil.
Lógica é uma característica que passa bem distante da política. Mesmo com dezenas de pesquisas e com cenários aparentemente definidos ou pré-definidos, muitas eleições terminam com resultados bem diferentes do previsto no começo da campanha. Conheça 5 exemplos que viraram o jogo e foram eleitos nos últimos momentos da corrida eleitoral. São exemplos do que representa um Davi da política.
Jânio Quadros x Fernando Henrique Cardoso – 1985
Um ex e um futuro presidente se enfrentaram em 1985 pela Prefeitura de São Paulo. Favorito segundo as pesquisas, Fernando Henrique Cardoso estampou capas de jornais no dia da eleição sentado na cadeira de prefeito. Com as urnas abertas, a surpresa: Jânio Quadros venceu com 39,3% dos votos, contra 35,3% de FHC.
Luiz Inácio “Lula” da Silva x Fernando Collor – 1989
Entre os 22 candidatos que disputaram a primeira eleição direta após a ditadura havia lideranças partidárias, como Ulysses Guimarães e Leonel Brizola, que estava no topo das pesquisas no começo da campanha. Entretanto, o ex-governador de Alagoas Fernando Collor de Mello disparou ao vestir a camisa do “caçador de marajás”. Em junho, ele já tinha 43% contra 11% de Brizola. Finalizado o primeiro turno, eis que surge outra surpresa. Lula, que em junho tinha 8% das intenções de voto, fica em segundo com menos de 1 ponto percentual a mais que Brizola.
Jaques Wagner x Paulo Souto – 2006
Todas as pesquisas sobre a disputa pelo governo da Bahia em 2006 apontavam a vitória do candidato Paulo Souto, do PFL, partido de Antônio Carlos Magalhães e há 16 anos no poder. Um movimento para levar a disputa ao menos para o segundo turno fez com que muitos eleitores, mesmo sem apoiar de fato o candidato, votassem no então segundo colocado, Jaques Wagner (PT), que tinha meros 13%.Para a surpresa até mesmo dos petistas, Wagner deu uma rasteira em Souto e ganhou a eleição de virada ainda no primeiro turno, com 52,89% dos votos.
Gilberto Kassab x Marta Suplicy – 2008
No começo da campanha pela Prefeitura de São Paulo em 2008, o que tudo levava a crer é que a disputa seria apertada entre o tucano Geraldo Alckmin e a petista Marta Suplicy. Os dois começaram na casa dos 30% das intenções de voto e polarizavam as discussões.Vice-prefeito, praticamente um desconhecido até assumir a prefeitura com a saída de José Serra, Gilberto Kassab (DEM) tinha apenas 11% no Ibope em julho. Em três meses de campanha, porém, ele desbancou Alckmin com apoio até dos próprios tucanos, ficou em segundo no primeiro turno e venceu a eleição superando a petista, favorita em todas as pesquisas.
Eduardo Paes x Fernando Gabeira – 2008
Em terceiro e quarto lugar no início da campanha pela Prefeitura do Rio em 2008, Paes e Gabeira ficavam bem atrás da candidata do PCdoB, Jandira Feghali, e do favorito na disputa, Marcelo Crivella (PRB). Eles tinham apenas 9% e 7% das intenções de voto, respectivamente. A rejeição a Crivella cresceu ao longo da campanha, o que ajudou o peemedebista a dar um salto nas pesquisas. Mas a surpresa maior ficou com Gabeira, que chegou a ter 4% no Ibope e ficou em segundo lugar no primeiro turno. No segundo, a disputa entre os azarões foi no voto a voto e acabou vencida por Paes, com 50,83%, contra 49,17% de Gabeira.
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