Quantos pais em algum momento da vida escolar dos seus filhos não se perguntaram aonde vão parar os trabalhos feitos na escola?
O corredor de circulação do Colégio Adventista foi transformado num espaço permanente de exibição dos trabalhos dos estudantes. “Além de aumentar a vida útil das atividades e em reconhecimento ao investimento que as famílias realizam na aquisição dos materiais, o espaço abriga saberes coletivos e individuais, instigando os alunos a apreenderem”, enfatiza o Diretor do Colégio Eduardo Oliveira.
Em uma visita orientada, os alunos são levados pelos educadores permanentemente ao espaço, e assim podem realizar várias leituras de imagens, símbolos e códigos. Também é possível a educação do olhar e a sensibilidade. A partir das observações, os alunos percebem que cada obra é uma forma de comunicação. Com os trabalhos, eles podem aprender sobre história, a cultura dos povos e também sobre eles mesmos.
As visitas permitem uma busca da relação entre a obra e o contexto em que foi criada. A inspiração artística é a criação do aluno a partir do processo vivenciado no cotidiano da escola.
De acordo com a coordenadora pedagógica da Rede Adventista/Associação Sul-Rio-Grandense, Roseli Garcia de Aguero, “a intenção da visita é envolver, instigar e despertar o aluno para a sensibilização, não esquecendo que esta é uma proposta triangular que possibilita não só a análise específica de uma obra como a interpretação do mundo, não limitado aos estudos das linguagens artísticas”.
O corredor de circulação do Colégio Adventista foi transformado num espaço permanente de exibição dos trabalhos dos estudantes. “Além de aumentar a vida útil das atividades e em reconhecimento ao investimento que as famílias realizam na aquisição dos materiais, o espaço abriga saberes coletivos e individuais, instigando os alunos a apreenderem”, enfatiza o Diretor do Colégio Eduardo Oliveira.
Em uma visita orientada, os alunos são levados pelos educadores permanentemente ao espaço, e assim podem realizar várias leituras de imagens, símbolos e códigos. Também é possível a educação do olhar e a sensibilidade. A partir das observações, os alunos percebem que cada obra é uma forma de comunicação. Com os trabalhos, eles podem aprender sobre história, a cultura dos povos e também sobre eles mesmos.
As visitas permitem uma busca da relação entre a obra e o contexto em que foi criada. A inspiração artística é a criação do aluno a partir do processo vivenciado no cotidiano da escola.
De acordo com a coordenadora pedagógica da Rede Adventista/Associação Sul-Rio-Grandense, Roseli Garcia de Aguero, “a intenção da visita é envolver, instigar e despertar o aluno para a sensibilização, não esquecendo que esta é uma proposta triangular que possibilita não só a análise específica de uma obra como a interpretação do mundo, não limitado aos estudos das linguagens artísticas”.
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