Polícia Civil de Uruguaiana concluiu o inquérito, mas ninguém foi preso
Os golpistas que fizeram empréstimo em nome do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, num caso que ganhou repercussão nacional no ano passado, foram identificados pela Polícia Civil, em Uruguaiana. O inquérito foi concluído.
— Já concluímos as investigações, no entanto, ninguém foi preso, pois faltavam elementos para incriminar as pessoas identificadas — destacou o delegado da Polícia Civil, Romonilson Bezerra.
Um banco de Uruguaiana autorizou dois empréstimos consignados em nome do ex-presidente. Na época, o Ministério Público Estadual (MP-RS) confirmou que foram descontados R$ 5 mil de uma conta que o ex-presidente recebia uma pensão.
O crime teria sido descoberto pelo setor de inteligência da Previdência Social, que suspeitava da tentativa de invasão pela internet do cadastro de beneficiários, usado para fazer as transações bancárias.
O inquérito policial será remetido à justiça e os golpistas podem pegar de um a cinco anos de prisão, por estelionato.
Investigações:A PF começou a investigar o caso em 2007. Foi apurado que fraudadores manipularam dados do benefício de Lula e direcionaram cerca de R$ 5 mil em dois empréstimos para duas pessoas de Uruguaiana. Um empréstimo era de R$ 674 e outro de R$ 4.119.
O presidente recebe o benefício por ter sido perseguido durante a Ditadura Militar
— Já concluímos as investigações, no entanto, ninguém foi preso, pois faltavam elementos para incriminar as pessoas identificadas — destacou o delegado da Polícia Civil, Romonilson Bezerra.
Um banco de Uruguaiana autorizou dois empréstimos consignados em nome do ex-presidente. Na época, o Ministério Público Estadual (MP-RS) confirmou que foram descontados R$ 5 mil de uma conta que o ex-presidente recebia uma pensão.
O crime teria sido descoberto pelo setor de inteligência da Previdência Social, que suspeitava da tentativa de invasão pela internet do cadastro de beneficiários, usado para fazer as transações bancárias.
O inquérito policial será remetido à justiça e os golpistas podem pegar de um a cinco anos de prisão, por estelionato.
Investigações:A PF começou a investigar o caso em 2007. Foi apurado que fraudadores manipularam dados do benefício de Lula e direcionaram cerca de R$ 5 mil em dois empréstimos para duas pessoas de Uruguaiana. Um empréstimo era de R$ 674 e outro de R$ 4.119.
O presidente recebe o benefício por ter sido perseguido durante a Ditadura Militar
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